
Nesse cenário, o time de TI deixa de atuar como protagonista e passa a ser um operador de incidentes. Em vez de liderar projetos de inovação, acaba preso a chamados recorrentes relacionados a cabos, microfones e incompatibilidades de dispositivos. Isso compromete a gestão de TI estratégica e reduz o valor percebido da área dentro da organização.
Da colcha de retalhos aos ambientes de trabalho inteligentes
A raiz do problema está na arquitetura. Ambientes que não foram pensados como ambientes de trabalho inteligentes geram complexidade desnecessária e dependência constante do suporte técnico. Se um usuário precisa de instruções para iniciar uma reunião, o projeto já falhou no conceito.
Automação e integração como pilares da eficiência
A automação de salas de reunião, aliada à integração de sistemas corporativos, elimina o trabalho manual e reduz falhas humanas. De acordo com a Cisco, ambientes colaborativos integrados aumentam a eficiência operacional e reduzem interrupções técnicas em reuniões corporativas:
👉 https://www.cisco.com/c/en/us/solutions/collaboration/index.html
Salas que se preparam sozinhas, com gestão centralizada e interoperabilidade entre plataformas, permitem que a tecnologia trabalhe em segundo plano — exatamente como deveria.
Salas de reunião híbridas e o papel do TI até 2026
Com a consolidação do trabalho híbrido, as salas de reunião híbridas deixaram de ser tendência e se tornaram padrão. Segundo a Gartner, empresas que não modernizarem seus ambientes colaborativos terão perda significativa de eficiência até 2026:
👉 https://www.gartner.com/en/information-technology/insights/hybrid-work
O papel do TI não será mais consertar cabos, mas garantir que a tecnologia sustente o crescimento do negócio.
No fim, a pergunta não é se sua empresa precisa investir em salas de reunião corporativas, mas se pode continuar tratando a infraestrutura de colaboração como um custo operacional. Ambientes bem projetados libertam o time de TI, fortalecem a colaboração corporativa e transformam a tecnologia em vantagem competitiva real. Se o seu ambiente ainda trava o crescimento, talvez seja hora de repensar a arquitetura, não as pessoas.
